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Pet play: fetiche por se comportar como animal de estimação

(Getty Images)

Miar, latir, relinchar. Vestir orelhas de gato, coleira de cachorro, rabo de pônei. Ficar de quatro, comer num pote de ração, dar a patinha e atender outros comandos do “dono”. Tudo isso faz parte do jogo erótico Pet Play, também conhecido por nomes como Dog Play, Kitten Play, Ponysm etc.

De acordo com o desejo dos participantes, há uma escala de intensidade que vai de um simples afago em troca de lambidas à humilhação e palmadas “corretivas”. Nessa prática fetichista derivada do BDSM (Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo), a pessoa submissa é transformada em animal de estimação e obedece um dominador.

Se você assistiu ao último episódio (02/02) do programa Amor & Sexo, da Tv Globo, deve lembrar do momento em que a atriz Mariana Santos “ganha” dois cachorros-humanos para dar uma voltinha pelo palco – enquanto eles rebolam e se esfregam entre suas pernas. Não, aquilo não era apenas uma encenação fake para um quadro de humor.

Adeptos do Pet Play se comportam assim entre quatro paredes e em público. Frequentam festas fetichistas como a Luxúria e bares como Dominatrix Augusta, ambas em São Paulo. Ali os donos e adestradores podem até servir petiscos no chão. Ninguém acha estranho – na verdade pode morrer de tesão só assistindo a interpretação.

A caracterização vai além das fantasias, maquiagem e acessórios óbvios como uma guia de passeio. Sex shops vendem os chamados plug tails. São “caudas” ou “rabos”, em diversos materiais e formatos, para penetrar no ânus do (a) submisso (a). Pet Play faz ménage a trois, swing, podolatria parecerem coisa de iniciante, né?

***Este post foi originalmente publicado na coluna da Nath no Yahoo.

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Comentários
  • Desde que o pet play seja praticado entre HUMANOS e de forma consensual,por mim tudo bem,cada um com seus fetiches,e eu espero que isso não tenha nada haver com zoofilia, e não envolva animais de estimação de verdade nessa prática,pq aí sim deixaria de ser uma prática sexual,saudável e consensual entre humanos,e se tornaria abuso e crueldade animal.

    2 de março de 2017

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