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Pais, não adianta fechar os ouvidos

Comentários
  • Ou seja: para sua filha ser certinha, fale de sexo com ela e finja não ser moralista, como a autora do blog.

    10 de outubro de 2013
    • 1º – Defina certinha / moralista
      2º – Fale por você. Eu, assim como a autora do blog temos os nossos conceitos de moralidade envolvendo confiança, educação e segurança.

      28 de outubro de 2013
  • Ou seja: para a sua filha ser certinha, confie na educação que você deu pra ela, como os pais da autora do blog 😉

    10 de outubro de 2013
  • a pessoa do comentário não entendeu a ironia. a questão, justamente, é o desejo de ter uma filha “certinha”, é o conceito de “certinha”. há um moralismo na afirmação de que a boa educação sexual diminui o número de parceiros sexuais. esse é um objetivo a ser alcançado?

    10 de outubro de 2013
    • Eu sou pai de uma menina… é muito estranho ser pai de uma menina…. porque tudo que vc sabe é sobre meninos. O problema não é sexo, fazer sexo. Eu acho que sexo é consequência do desejo, do corpo, do prazer. Meu problema é saber como explicar para ela que 90% dos caras são uns babacas. São uns otários que acham que trepar com uma garota é o grande trofeu da vida? Como dizer que esses babacas não merecem mais do que o gozo da noite?…. é foda… pelo menos pra mim vai ser muito foda explicar isso…

      13 de outubro de 2013
      • exatamente da forma que está explicando pra gente.

        14 de outubro de 2013
  • Muitos pais não estão preparados pra falar sobre sexualidade, talvez porque também não tiveram a oportunidade com seus pais, anteriormente. Minha mãe mesmo foi descobrir o que era menstruação quando desceu a primeira vez, e quem instruiu foram as irmãs mais velhas, minha vó nunca falou disso com elas. A maioria dos pais não admite e não aceita que a filha terá alguém tocando seu corpo, isso é fato.
    Eu quero ser uma mãe que fala sobre sexualidade com os filhos de forma clara e segura, pra esclarecer como se proteger, como não se machucar, e deixar que eles decidam por si. Temos que concordar que, os pais deixando ou não, a gente sempre dá um jeito de fazer aquilo que acreditamos ser o melhor pra nós.
    Tem gente que prefere tapar o sol com a peneira, inventar valores. Eu prefiro ser sincera.

    11 de outubro de 2013
  • “Já transei na área de serviço da minha casa com a galera toda jantando na sala.”
    “Já fiz boquete dentro do carro, deitada no colo dele, com meus pais no banco da frente.”

    Assumindo que não seja invenção, principalmente no segundo caso, por que esse tipo de coisa seria algo para se orgulhar? Me parece coisa de gente que não consegue (ou até mais provavelmente, não quer fazer o esforço necessário para) se destacar na vida de outro jeito, e regride a essa história de “pelo menos eu trepo um monte”. Legal – para você, imagino. Já o mundo não está se tornando um lugar melhor pelo fato de você dar mais que chuchu na serra, ao contrário do que pessoas como a blogueira – obviamente em interesse próprio – tentam fazer parecer.

    O que esses pais tentaram fazer foi canalizar a energia das filhas para que elas se tornassem alguém que preste. Talvez eles tenham usado o método errado, talvez as filhas é que não eram grande coisa para começo de conversa, e a crença dos pais que elas poderiam fazer algo mais das próprias vidas do que ficar rodando sem parar no pênis de descolados aleatórios era infundada. Mas tenho certeza que o intuito era que essa energia fosse usada da melhor maneira possível, em vez de desperdiçada em uma tentativa de inflar o ego mediante sexo inócuo, vazio, porém mais do que suficiente para esfregar na cara das amigas (amigas?) que havia alguém querendo comê-la e que ela o fazia clandestinamente, supostamente vencendo a queda de braço com os pais. Tudo bravata, é claro, mas nós vivemos em um país de aparências; se parece X, é X.

    12 de outubro de 2013
    • Assim, peço que não se ofenda com a sinceridade da minha próxima frase e leia o resto desse comentário onde eu tento me redimir um pouco: Minha primeira reação ao seu comentário foi puro asco.

      Mas eu venho aqui citar algo um pouco diferente, como o fato de que, aos meus 15 anos, namorando uma garota também de 15, eu e o pai dela conversamos, sozinhos, sobre sexo: como e se já havia acontecido, e a cara de espanto dele por não ter rolado ainda. Ele me perguntou diretamente sobre o que já havia acontecido, afinal éramos adolescentes e curiosos sobre todas as mudanças que estavam acontecendo. Morrendo de vergonha por estar conversando com o pai dela, falei do sexo oral e preliminares em geral. Pasme, ele me acalmou e disse que só estava me perguntando porque queria ter certeza de que o que ela conversara com a mãe era verdade.
      Ele foi a primeira pessoa com quem eu tive qualquer conversa decente sobre sexo. Me explicou sobre todas as mudanças que estavam ocorrendo em mim, inclusive o desejo aumentando e tudo mais, e queria ter certeza que eu e a filha dele não faríamos nenhuma bobagem por pura falta de diálogo.

      Nesse ponto eu e ela já dormíamos juntos, já viajávamos juntos… e só namorávamos há 1 ano. E nós nunca abusamos justamente porque tínhamos toda a liberdade pra fazer o que quiséssemos… então pra quê botar o carro na frente dos bois?

      Perdemos a virgindade juntos, aos 16, conscientes dos nossos corpos e da nossa vontade. Terminamos o namoro pouco antes dos 2 anos, mas foi uma experiência maravilhosa. Ela hoje é formada em engenharia civil e trabalha numa grande empreiteira, eu sou funcionário público e estou na minha segunda faculdade.
      Não precisamos perder tempo tentando descobrir diretamente sobre sexualidade e sexo em si, porque tivemos com quem conversar sobre, e tivemos a liberdade pra experimentar sem irresponsabilidade.

      Eu nunca havia tido essa conversa com meus pais. Meu pai é conservador ao extremo (ele ficou vermelho de raiva quando soube que minha irmã tinha perdido a virgindade aos 17) e eu nunca tive a presença da minha mãe. Eu incitava o sexo como todo guri de 15 anos no começo da relação. Talvez eu tivesse feito merda se não fosse essa conversa com o pai dela. Talvez ela tivesse cedido se ela não tivesse conversado com a mãe dela desde o começo.
      Da forma que aconteceu, o sexo foi bom, e ela nunca usou isso pra si. Aprendeu que seu corpo pode ter prazer, mas que como todo prazer precisa ter um momento, e que as responsabilidades vêm antes. Como? Com conversa, e sem proibição.

      Adolescentes precisam aprender a ter responsabilidades e lidar com as consequências delas, proteger seu/sua filho/a numa redoma de cristal só vai fazer você(ou ele/a) ter que limpar os cacos depois, provavelmente sozinho.

      12 de outubro de 2013
      • Cara, você está distorcendo a opinião do rapaz acima.
        Você sentiu asco do comentário dele, porém você não respondeu algo relacionado ao que ele falou.

        Você por acaso, no banco de trás do carro de seu sogro, enfiaria a mão na VULVA da garota?

        A questão é que essa postura do ‘fiz boquete com eles na frente’, é uma tremenda falta de respeito, desnecessário, porco.
        Eu tenho uma filha, ela vai sim, fazer boquete quando crescer, mas eu vou transmitir valores pra ela que ela sequer vai pensar em ter uma postura tão pífia e neanderthal só pra se sentir ‘descolada’ no lance sexual.

        Sem mais.

        14 de outubro de 2013
        • Quanto moralismo. Eu entendi muito bem o que o Felipe quis dizer e se esforçou para não ser grosseiro, o que vocês estão sendo, me desculpem. As respostas das meninas foi só para ressaltar o que acontece quando há toda uma proibição e segredo sobre um assunto tão batido e importante, o sexo. Não é questão de “valores” e sim da velha conversa e compreensão que tem que haver entre os pais e os filhos. Falta de respeito na sua opinião, na de outros não. Eu mesmo descobri que a minha mãe e meu pai que sempre foram de fazer o sexo algo ruim e glorificar o sexo só depois do casamento faziam preliminares na varanda enquanto meus avós estavam na sala, e tudo isso por causa desses “valores” sem compreensão e conversa. Acho um grande insulto falar que as meninas não prestam ou não são boas filhas por causa disso.

          17 de outubro de 2013
        • Perfeito o comentário de Marc

          22 de outubro de 2013
    • Com um comentário tão machista desse, só posso ter pena pela má educação que esse sujeito recebeu.

      Não entendo de verdade o que dar e chupar tem a ver com boa educação e boa índole. “Alguém que preste”, querido, é quem tem caráter, quem respeita e ajuda o outro e não passa por cima de ninguém pra alcançar seus objetivos. Você, por exemplo, não é “grande coisa” na minha opinião. Desrespeitar, atacar pessoas que você não conhece (nunca nem viu!) e fazer julgamentos com base em 30 linhas de um post são atitudes de um tipo de gente que não valem o pão que comem.

      Gostaria de saber quais expressões do texto fizeram você chegar à conclusão de que elas não têm com o que se orgulhar na vida. Ou como você descobriu que elas deram muito para muitos caras (“dar mais que chuchu na serra”). Podia comentar também sobre como constatou que elas transavam com caras aleatórios e que era só por diversão (sem sentimento ou significado).

      E mesmo que fosse, o que você tem a ver com isso? Vai pagar uma conta, ler um livro, aprender libras! E lembre-se de passar todo esse seu pudor para o seu filho HOMEM, porque ninguém faz sexo sozinho e “puta” não é a MULHER que faz o que quer fazer e diz foda-se para o mundo.

      18 de outubro de 2013
  • Primeira vez que visito o blog!

    Mas sobre esse texto está claro que o tempo passou e com ele muitos conceitos mudaram. A Na deixou isso bem claro dando exemplos da sua mãe e avó. Muitas coisas relacionas ao sexo que antes era tabu, hoje é exibido e mostrado claramente. Então a questão não é a moral em si, e sim a consciência de cada um diante da situação social com a família, amigos e etc.

    12 de outubro de 2013
  • Me identifiquei bastante com a “A”. Fiz coisas bem parecidas que ela, inclusive o fato do meu ex entrar na casa dos meus pais na surdina… Fizemos isso inúmeras vezes!! kkkkkkkk Era bastante divertido, pelo fato de ser proibido e escondido.

    12 de outubro de 2013
  • antes mulher trepar antes do casamento era um absurdo. hj ele pode trepar antes do casamento, chupar o pau do namorado e dar de 4 p ele. mas ainda eh um absurdo sua filha dar p mais de um na mesma noite, fazer dupla penetração, etc… talvez daqui um tempo nao seja mais. pode ater vir a nao ser mais um absurdo, mas eh inegavel q a instituição familiar -q eh a base de tudo e q todos confirmam atraves de mensagens de amor nas redes sociais- esta se perdendo em ritmo exponencial a falta de limites das pessoas. a vontade de experimentar mais e mais esta prejudicando mto nossa sociedade. eu acho q deve haver limites! se fizermos uma análise temporal, podemos observar q até hj existiu uma tendência e q se ela continuar, provavelmente teremos famílias cada vez mais desestruturadas. N adianta dizer a a sua família eh mto bacana e tal pq n se trabalha c exceções e sim da regra!

    13 de outubro de 2013
  • So completando, a falta de limites eh o maior problema do mundo, a causa de todos os outros, essa falta de limites n se restringe ao comportamento sexual das pessoas, mas em tudo, em todas as formas de relacionamento, incusive c o meio ambiente. A uma enorme diferenca entre prazer e felicidade. A busca desenfreada por sensacoes, pode proporcionar prazeres imediatos, mas nunca proporcionara a a verdadeira felicidade, em que nos sentimos completos, serenos, em paz, apenas por existir. Essa coisa de vou experimentar pq nunca fiz, so pra ver como eh, eh uma idiotice, n eh preciso viver todo tipo de experiencia, ate pq elas sao ilimitadas e estar sempre em busca de mais uma so serve p gerar ansiedade. Isso eh um fato, convido a todos a observar e refletir e me digam por favor se eu nao estiver correto se as pessoas nao estao cada vez vivendo mais sensacoes e no fundo estao cada vez mais infelizes, incompletas. As redes sociais atestam essa analise, quem n percebe as pessoas tentando passar uma imagem de felicidade, de q ta tudo bem, mas no fundo ela n encontrou a paz e sente isso. e essa vontade de mostrar q se vive no fantastico mundo, tem mto haver c oq se tornou a felicidade plena hj em dia: artigo de luxo. pq? mais uma vez, a incansavel busca pela proxima sensacao!. experimente encontrar a quietude de sua alma!
    abs
    Desculpem se me alonguei demais, acho q me entusiasmei c a vontade de passar essa msg.

    15 de outubro de 2013
    • LESC, concordo com muita coisa do que disse, mas não entendi qual o seu ponto de vista. O sexo deveria ser proibido, limitado pelos pais, é isso?
      Se for isso, eu vejo uma contradição! É justamente a desinformação que faz com que não haja limites. Se você não sabe o que está fazendo, você não sabe o limite!
      Qual a ligação de sexo com desestruturação da família, não entendi! E deixe de ser hipócrita! Sexo antes do casamento sempre existiu! Assim como sexo “por fora” dele….
      Eu me considero Hedonista, mas não no sentido usado popularmente.
      E pra que viver se não há nenhum prazer? Ou você se acha uma ferramenta útil pro mundo? A vida é pra ser sofrida apenas?
      Eu concordo que o pseudo “hedonismo”(o conceito popular da busca pelo prazer imediato) gera a necessidade de cada vez querer mais. E se você não compreende que está fazendo consigo mesmo isso, não terá limites mesmo. e sim, a sociedade está numa ‘vibe’ de você é o que aparenta..

      P.S.: Inveja da autora!

      25 de outubro de 2013
      • Vitor,
        Bem antigamente n havia grande expectativa de vida, por volta dos 30 anos aproximadamente, nao n havia grandes expectativas pela frente. hoje c 30 anos muito estao iniciando dua vida profissional. So q toda a longevidade q os avancos nos proporcionaram, n alterou certas caracteristicas primitivas do cerebro. é meio como se estivessemos naquele tempo e de repente o mundo moderno fosse jogado sobre nossas cabecas. antes n havia necessidade de planejamento, pois n tinhamos mto tempo pela frente, chegava uma certa idade(adolescência) q a natureza transformava nosso cerebro/corpo para ir a caça e defender a especie… reproduzindo! a explosao de desejo sexual nessa idade, eh parte fundamental dessa transformacao.

        esses assuntos sao sempre mto complicados, em boa parte por fatores biologicos q n se enquadram mais num mundo em q ja se vive 100 anos. a natureza continua mandando o jovem a se reproduzir, a ser inconsequente, impulsivo, por achar q ele nao tem muito tempo pela frente. e convenhamos, para ir a caça dessa maneira eh mto melhor mesmo o cerebro ser inconsequente e impulsivo, do q logico, analitico, afinal diante dos perigos da selva essas caracteristicas nos impedem de ponderar os riscos, e assim, seguir adiante sem medo. eh por isso q seguro de carro p jovem eh mais caro, jovens n sao bons em analise de risco.

        nesse caso, fica facil compreender a importancia dos pais e educadores(o problema eh q nem eles costumam lidar bem com isso por falta de informacao) em ajudar o jovem a conduzir esse periodo de sua vida. e n se trata de proibir nada, mas impor regras, limites, metodo. rene descartes ja dizia q bom senso por si so nao resolve nada, pq todo mundo acha q tem bom senso. eh preciso metodo! caso contrario nao precisariamos de lei, era so avisar a todos p agirem c bom senso. educacao sexual eh importante, educar p q o jovem entenda como o seu cerebro funciona, tb eh fundamental, e por fim impor as regras necessarias a cada etapa desse amadurecimento, ate chegar a hora de a pessoa esta preparada p seguir por conta propria.

        eu n fiz ligacao de sexo c desestruturacao familiar(na verdade so c sexo se constroi uma familia rs), n sei se vc prestou atencao, mas eu disse q a FALTA DE LIMITES eh responsavel po isso. e antes de chamar alguem de hipocrita leia com mais atencao! eu tb n disse q sexo antes do casamento e fora dele n existiam. o q eu disse eh q a sociedade condenava esse tipo de comportamento. eu tb me considero um hedonista no sentido com o qual vc se identifica, no bom sentido, mas meus parametros de prazer provavelmente devem ser bem diferentes do seu. diria q sou um hedonista low profile! hahaha vivo bem abaixo das minhas condicoes financeiras pq tenho conviccao q quem precisa de mto, exageros p ser feliz, na verdade ainda nao encontrou a felicidade de verdade. conheco pessoas super simples no interior por exemplo, q sao exemplos do q to falando. nao sou radical, tenho uma vida confortavel, acho importante viajar, ir a um restaurante legal… mas a diferenca entre o remedio e o veneno eh a dose!

        esse mundo de glamour q a midia vende como a vida perfeita, contribui p q mta gente viva a vida dos outros, sempre aspirando, sonhando com as coisas mais hipoteticas, e cuidando mta mal da propria vida, sem fazer ideia do q ela realmente precisa p si, q com certeza eh bem diferente desse bombardeio de coisas fantasticas, q ela acha q precisa. a simplicidade, a rotina, o seu dia a dia, sao fontes inesgotaveis de prazer meu caro! se vc ta precisando fazer coisas incriveis p sua vida n ser sofrida e fazer sentido, eh melhor repensar as suas prioridades. sera q o q vc acha q precisa p ser feliz n eh apenas um reflexo desse ideal q se formou na cabeca de grande parte da sociedade, em q aparencia = felicidade? abs

        1 de novembro de 2013
  • Tive sorte pois minha mãe, apesar de não ter tido orientações sexuais quando jovem, sempre orientou as filhas, entretanto, foi meio repressora quando soube que o sexo já fazia parte da minha vida. Perdi a virgindade um mês antes de completar os 15 anos e alguns meses depois meus pais descobriram e eu comi o pão que o diabo amassou por causa disso. Depois que eu terminei com esse namorado, com quem perdi a virgindade, e comecei outro relacionamento, mais ou menos um ano depois, eu cheguei com ela e disse: “oh, eu e o fulano estamos pensando em fazer sexo, já conversamos sobre isso e achamos que está na hora certa, eu vou me cuidar, não esquenta” – depois que eu disse isso ela me olhou e disse que eu não imaginava o quanto era difícil pra ela me ouvir dizendo aquilo.
    Depois que eu contei que estávamos com vontade de fazer sexo ela tentou de todas forma, implicitamente, me afastar dele, e ficou pegando no meu pé, mas no fundo ela sabia que não ia adiantar nada. Apesar de ser ela a minha maior orientadora sexual, foi a que mais demorou a aceitar a minha nova “condição”. Meu pai por sua vez, que sempre foi muito duro com as palavras ao dizer “a opinião de um homem” sobre uma “menina como eu”, aceitou as coisas de uma forma tão natural, que até estranhei quando ele me ajudou a esconder o namorado que queria dormir no meu quarto, sem a minha mãe saber… 😀

    15 de outubro de 2013
  • Olha! Li cada mensagem ai colocada. Concordei e discordei algumas vezes.
    Mas gostaria de colocar uma situação que esquecemos, ser adolescente é transcender as regras é ser rebelde é morder o mundo numa só dentada. Concordo que conselhos e conversas claras, sem tabus é muito bem vinda. Eu não tive educação sexual e quando conversávamos sobre isto era da forma mais bruta que você possa imaginar. Mas não vamos esquecer que o adolescentes sempre irão querer romper os limites, mais consciência de responsabilidades e consequências dos atos é sempre bem vindo.

    23 de outubro de 2013
  • Cara, cada comentário sórdido que se vê aqui, preconceituosos… Enfim! Vim dar minha opinião sobre o tema do post:

    Na minha casa sempre tivemos muita liberdade, meus irmãos e eu, seja para dormir fora, fumar um baseado, beber ou fazer sexo. Claro que esta liberdade veio acompanhada de muito diálogo, desde sempre (eu admiro muito meus pais, de verdade). Não consigo lembrar se algum dia eu pensei que bebês vinham trazidos pela cegonha! E graças a isso, minha iniciação sexual aconteceu da melhor forma possível e no tempo certo (pra mim, claro). Falei com minha mãe antes mesmo de fazer qualquer coisa, ela marcou ginecologista para que eu fosse orientada a tomar a pílula mais adequada pra mim, tirei quaisquer dúvidas que que ainda pudessem existir e foi tudo ótimo! Não engravidei, não adoeci. Meu namoro durou 4 anos, onde durante eles meu namorado sempre dormiu na minha casa. Sem esse diálogo, essa abertura que meus pais me deram, acreditando na minha responsabilidade, eu poderia ter feito tudo errado, escondido, sem segurança e me prejudicado. Então, apesar do que muitos podem falar, o diálogo aberto, na minha opinião, é sempre a melhor medida a ser adotada.

    Ps. Adoreeeeei o blog :)

    24 de outubro de 2013
    • Acho válida muitas opiniões que li, mais achei machista o cara que diz que só por que a menina faz ”loucura sexuais” é por que não tem princípios. Quem nunca fez loucuras? Quem nunca deu aquela rapidinha escondida?? Ah me poupeeee!
      Realmente a falta de dialogo entre pais e filho é terrível, eu nunca tive conversa com meus pais sobre esses assuntos, nunca me dirigiram uma palavra que mencionassem a palavra sexo, isso era e ainda é tabu na minha casa. Isso prejudica muito. Quando tiver uma filha, sou ser muito aberta com ela, não quero que ela corra risco, mesmo sabendo que o proibido é mais gostoso. Vou orientar e ajudar muito!
      AMOOOO ESSE BLOG ♥

      8 de novembro de 2013
  • Li diversas vezes os mesmo comentários. E o que me vem a cabeça é simplesmente o fato de que a mulher não pode expressar seus desejos e vontades, (isso pq nem vou entrar na questão FeminismoxMachismo). Para um homem seria natural, e no mínimo, engraçado dizer que recebeu um boquete no carro dos sogros. Pra mulher isso é incorreto e a torna uma mulher sem caráter, dignidade, sentimento ou qualquer outra qualidade que um ser humano tenha.
    Qto ao diálogo, acho ótimo q ele exista. Minha mãe foi sempre sincera e liberal comigo, conversávamos bastante e ela nunca me escondeu nd sobre isso. Acho que por isso, só fui perder a virgindade com 18 anos, tendo plena consciência do que estava fazendo e de como deveria fazer.

    17 de março de 2016

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