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Da ópera para um beco parisiense

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Da ópera para um beco parisiense

*AUTOR: V.

Fomos assistir a uma apresentação na Opera Garnier, em Paris. Franceses, como sempre elegantes, se juntavam à fila de entrada do teatro. Fazia muito frio e todos estavam apropriadamente vestidos para a estação, assim como eu – vestia um sobretudo e botas; somente isso… Acomodamos-nos em nosso camarote para duas pessoas. Ele me indicou a cadeira da frente e sentou atrás, fazendo carinho na minha nuca e dizendo ao meu ouvido o quanto gostaria de comer ali. Eu observava o lindo teto pintado por Chacal e toda a beleza do lugar que inspira pensamentos lascivos, como as poltronas de veludo vermelhas, meia luz, além do vinho que havíamos tomado antes do espetáculo.

As luzes se apagam e começa o primeiro ato. A linda soprano entoa os primeiros acordes quando sinto-o pegando minhas mãos e segurando atrás da cadeira. Com a outra mão, começa a me masturbar e fica mais excitado quando percebe que não estou usando absolutamente nada debaixo do sobretudo. Ele geme em meu ouvido o quanto gostaria de me chupar. Eu me retorcendo na cadeira com aqueles dedos deliciosos em meu grelinho. Estou completamente molhada e querendo gritar para todos o prazer que estava sentindo. Quando o ato chega em seu ápice, eu vou junto numa sincronia indescritível. E juntos também caímos – me jogo na cadeira depois deste delicioso orgasmo. Olho para trás e o vejo chupando seus dedos.

Isso me faz querer mais, aquela noite não terminaria ali. Começa o segundo ato e já não estou mais ali. Quero sentir o pau dele, quero ser comida, meu sangue ferve e me retorço novamente na cadeira. Ele me oferece água e olho ironicamente. Pergunto se devo jogar na minha vagina, ele retribui rindo alto. Não mais aguentamos e fugimos de lá como dois criminosos sob os olhares críticos de quem realmente estava para assistir a ópera. Ao sair, agradeço pelo frio: estava tão quente que poderia ficar pelada no meio da rua em pleno inverno francês.

Estávamos atordoados querendo transar o quanto antes, o desejo latejava em nós. Achamos um pequeno beco escuro e ali mesmo paramos. Ele já entrou com tudo, me fazendo gemer de alegria. Precisava sentir seu pau, a espera foi angustiante. Ele começou a me comer, chupando meus seios, enquanto eu pedia para ele meter com força. Ahhhh, chegamos ao nosso delírio tão desejado. Nos ajeitamos e saímos pela noite de Paris à procura de um vinho e de outro beco, quem sabe…

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Comentários
  • uau! Me vi nessa cena!

    28 de julho de 2014
  • Me imaginei com um cara desconhecido.

    20 de fevereiro de 2016

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