O Sequestro

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O Sequestro

*AUTORA: Ana Roman

O investigador Alfredo abriu a porta e viu a vítima sentada serenamente na salinha de interrogação da delegacia.

— Boa tarde. — disse secamente.

— Boa! — retornou a vítima em tom baixo.

A luz alta e a frieza da sala eram tudo o que Camilo havia presenciado nas últimas duas horas. Antes, passou no hospital para exames médicos. Estava bem, apesar da experiência de cárcere privado que houvera sofrido. Alguns machucados nos punhos e nos calcanhares causados pela pressão das amarras eram os únicos machucados visíveis em seu corpo.

O investigador sentou-se à mesa de frente para um homem calmo, de sorriso “monalístico” e orgulho presunçoso no olhar. Em mãos uma pasta com o caso do abuso sexual vivido pela vítima :

Camilo Batista, 40 anos de idade, vendedor de seguros, casado, pai de duas crianças. Sequestrado por uma facção organizada por mulheres, abusado sexualmente durante 3 meses seguidos. A vítima no entanto, parecia estranhamente calmo para alguém que sofrera abuso sexual da gangue mais famosa das delegacias do estado do Rio de Janeiro. A gangue Alfa de mulheres misteriosas sugadoras de sémen.

— Conte-me como foi seu primeiro contato coma Líder da facção. — indagou olhando-o nos olhos.

Camilo, fez cara de felicidade e sorrindo relatou seu primeiro encontro com sua líder da poderosa facção :

— Fui atraído como os outros …Pelo anúncio na web. Bem, o senhor sabe como é… casado há 10 anos! Estava querendo pegar outra mulher só para uma rapidinha. Assim que vi aquela oferta estampada na internet, não tive dúvidas, liguei para a Líder.

— O que lhe chamou a atenção no anúncio ?

— O preço e a prestação do serviço. Mamada por 20 reais não é todo dia que se encontra.— respondeu sem maiores interpretações.

— Como se deu o primeiro encontro? Vocês trocaram mensagens antes? — perguntou.

— Sim, é verdade! Trocamos algumas mensagens sacanas e ela me enviou a foto da …da boceta dela. Quando vi, não resisti. Marquei um encontro.

— Avisou a alguém sobre o encontro? — perguntou o investigador.

— Não… Fui trair minha mulher… Não precisava de testemunhas.— respondeu de olhos revirados para cima.

— Me fale sobre o encontro com a criminosa?

— Ela se comprometeu em me buscar de carro na esquina do meu trabalho. Não questionei. Estava louco de vontade de fodê-la. Ela foi bem pontual. Avistei o carro como ela havia me descrito e entrei. Estava por volta das 7 da noite e como desculpa, avisei a minha mulher que iria ao bar com alguns amigos. Sempre funcionava! Ela era uma mulher de cabelos loiros ondulados, olhos verdes, nariz afilado, parecia uma boneca. O corpo era um estouro…

— O que ela disse quando o senhor entrou no carro? Sobre o que conversaram? Indagou curioso o Alfredo.

— Sobre sacanagens! Perguntei se ela iria mamar meu pau do jeito que havia me dito e ela afirmou que sim. Que estava louca para cair de boca nele e me mamar até engolir a porra toda, pois era viciada em porra de homem. Fui a loucura com isso.

— Fizeram o ato sexual dentro do veículo ?

— Não. Não dava.. Ela disse que me levaria primeiro a um barzinho, pois queria me conhecer melhor. Bem, achei que ela queria algo mais sério e talvez nem cobrasse os 20 reais pelo boquete. Saímos em direção ao barzinho. Era um local escondido, fora da cidade . Haviam muitos carros estacionados do lado de fora. Quando entramos no local, outras meninas foram ao nosso encontro. Pareciam amigas de longa data da líder. Me deram algo para beber, nem sei o que era… Bebi tudo. Estava de pau duro. Muita gente no bar, parecia uma boate, embora não houvesse pista para dançar. As amigas dela eram todas gostosonas e se insinuavam para mim. Pegavam no meu pau e apalpavam a minha bunda. Me senti tonto de repente, as luzes do bar rodaram dentro da minha cabeça, achei que estivesse meio alto por causa da bebida, mas só havia bebido um único coquetel de cor azul…Apaguei.

— Onde acordou? — o investigador parecia nervoso com o depoimento.

— Acordei com uma puta dor de cabeça. Estava escuro, meus olhos estavam enfaixados e aos poucos fui recobrando a consciência. Notei que estava sentado em uma cadeira confortável. Tive a impressão de está completamente nu. Minhas pernas estavam imobilizadas por algum tipo de material sedoso. Parecia veludo…Não sei explicar. Sei que não consegui sair dali. Meus punhos também estavam presos. Estava imóvel. Assustado.

— Quanto tempo ficou nessa posição? Sozinho?

— Amarrado à cadeira fiquei todo o tempo do cativeiro. Sozinho sem poder ver nada foram algumas horas apenas. Pude ver que alguém se aproximava e nesse momento pedi para não morrer.

Umas mãos retiraram a faixa de meus olhos delicadamente. Era ela, a líder. Pude ver então onde me encontrava. Era uma sala ampla, havia apenas uma porta no final do salão. Ao meu lado estavam outros prisioneiros na mesma situação. Pareciam relaxados, entorpecidos por alguma droga, no momento não conseguia pensar em outra coisa. Achei que estivessem todos drogados.

— Estava realmente nu? E quanto aos outros?

— Sim, eu estava nu. Os outros da mesma forma. Todos pelados. Senti medo na hora, mas a líder me tranquilizou.

— O que ela disse? — o investigador levantou as sobrancelhas numa expressão de incredulidade pela história.

— Assim que retirou o faixa de meus olhos, me deu um beijo no rosto e disse no meu ouvido : — Você não queria ser mamado e usar mulheres por míseros 20 reais? Agora nós é que vamos lhe usar! E de graça! Isso me excitou e meu pau deu sinais de ereção instantaneamente. Ela tocou nele enquanto outros prisioneiros apenas observavam a cena sem reagir.

— O senhor está me dizendo que se excitou com a situação ?

— Sim, me excitei. Meu pau ficou igual uma rocha quando ela tocou nele.

— O que ela fez ?

— Apalpou ele do talo à cabeça e mexeu nas bolas. Ajoelhou e pude notar nessa hora que havia uma almofadinha no chão de cada cadeira, de frente para nossas pernas. Ela ajoelhada, parecia medir meu pau. Levantou as bolas, sentiu o peso com as mãos. Parecia está analisando meu cacete. Fiquei louco nessa hora e mandei ela mamar.

— E os outros presos ? — perguntou.

— Observavam com sinais visíveis de ereção. Pareciam fracos. Mas ela não chupou. Levantou e olhando-me nos olhos gritou : — Meninas este aqui está pronto. Alguém deseja uma sobremesa? Nesse instante a porta se abriu e entrou uma morena de parar o trânsito! Gostosa, vestida com uma camisola sexy e os peitões saltando para fora. Ela se aproximou de chefe e disse : — deixa comigo.

Se ajoelhou de frente para mim e abocanhou com violência meu pau. Fui a loucura nessa hora, gozei dentro da boca dela e para minha surpresa ela bebeu tudo. Quando acabei continuou sugando a cabeça, parecia querer mais porra.

— E quanto a líder? O que ela fez?

— Ela continuou em pé nos observando e anotando algumas coisas em um tablet que havia trazido consigo.

— Sabe o nome desta moça que o violentou? E o nome da líder?

— Não tinham nomes. A líder chamava-se Narceja. Ela chamava as outras criminosas de “minhas meninas”.

—Quantos presos haviam ali dentro? Eram todos do sexo masculino ?

— Sim, nós erámos todos homens. O salão era extenso…Não contei mas deveria ter mais de 20 homens ali na mesma situação que a minha.

— Quando o senhor percebeu que estava em um cativeiro, reagiu de alguma forma?

— Não conseguia..nem eu, nem os outros. Estávamos todos fracos de gozar. Sempre havia uma menina para mamar nosso pau. Não davam trégua . Teve dias que gozava umas 8 vezes. Quando não saia porra do pau de alguns, elas ficavam furiosas. Começavam a xingar os presos e passavam para a próxima cadeira.

— O senhor ouviu as criminosas conversarem entre si ?

— Às vezes… eu estava o tempo todo sem forças por causa das gozadas que dava. Alimentei muito aquelas moças. Me concentrava muito para poder gozar fartamente. Enchê-las bem o estômago de porra. Elas conversavam sobre nossas bolas e sobre a quantidade de leite produzidos por dia. As bandidas era muitas para o número reduzido de presos.

— Como se alimentavam ?

— Elas nos alimentavam 3 vezes ao dia com uma vitamina que chamavam de “Disíaco”. O gosto era bom, parecia ser uma mistura de verduras, leites e castanha. Diziam que o gosto de nossas porras melhoraria com o tempo.

— O senhor podia ir ao banheiro?

— Não saíamos da cadeira. Embaixo tinha uma espécie de vaso sanitário acoplados abaixo de nossos assentos. Defecávamos pouco e urinávamos com mais frequência. Havia um sininho em nossas cadeiras e quando sentíamos vontade de fazer certas necessidades fisiológicas, chamávamos o Mucamo.

— Como ? Mucamo? Haviam homens também ou apenas mulheres? Quem era Mucamo ?

— Era um viadinho. Com jeito de mulher, mas era homem. Ele era responsável por nos alimentar e limpar. Dava-nos banho duas vezes por dia. Era a pior parte…Jatos de mangueira na cara. Ficávamos molhados o tempo todo.

— Pode nos dizer quantas meninas eram ?

— Não dá para dizer…O número dependia do dia, e elas não eram sempre as mesmas. Sempre vestiam camisolas sexys e algumas chegavam só de calcinhas com os peitões de fora balançando na cara dos prisioneiros. Era muito covarde da parte delas.

— O senhor nos disse que alguns não conseguiam ejacular o tempo todo. O que acontecia com esses?

— Eles não duravam muito ali dentro. Passavam alguns dias e Narceja os reprovava, não sem antes mamar no pau e provar ela mesma da porra. As meninas reclamavam da demora da gozada. Eles eram retirados por Mucamo e não os víamos mais. Eram substituídos por outros. Eles chegavam sempre à noite. Mucamos os trazia.

— Pelo o que o senhor me disse, as meliantes apenas realizavam na vítima a pratica do sexo oral. Não haviam relações sexuais?

— Não! Por algum motivo elas só queriam mamar e dar o fora dali. Pareciam depender de porra para viver. Pareciam vampiras de porra! Não sei explicar. Alguns presos as chamavam de vampiras. Lembro um dia que acenderam as luzes e trouxeram uma moça novinha, desmaiada. Nesse dia, Narceja mesmo fez a ordenha em um mulato, um dos presos que elas mais gostavam. Diziam que ele era um touro. Gozava muito o coitado. Narceja mamou no mulato nesse dia, a outra menina e Mucamo, seguravam a mocinha. Estava inconsciente. Observei tudo bem de perto. A cadeira do Touro ficava de frente para a minha. Ela mamou forte nele nesse dia. Parecia apressada, nervosa, desesperada.

— O mulato ejaculou na boca dela?

— Sim, muito…Ele gritou de tesão no dia. Deve ser sido muita porra. Pude ver que ela não engoliu. Suas bochechas estavam cheias . Saiu do meio das pernas do negão e com ajuda dos outros dois, abriram a boca da moça. Narceja se aproximou dos lábios dela e abrindo-os, despejou a porra dentro de sua boca. Forçaram a menina a beber tudo. Aos poucos ela foi recobrando a consciência. Narceja saiu e deixou-a com Mucamo e a outra. Eles a puseram na posição de mamar ainda no pau do negão. Com a ajuda deles, ela pode mamar da fonte e bebeu mais. O negão nesse dia quase morreu sem forças.

— O que aconteceu depois?

— Confesso que não vi…Olhando aquela cena eu e muitos gozamos e adormeci de cansado. Vivia exausto. Naquele dia, havia dado porra a mais de 8 meninas.

— Qual era a função do Mucamo?

— Cuidar da gente. Das meninas.

— Mucamo realizava praticas de sexo oral nos prisioneiros?

— Não! Elas não permitiam. Ele dava a bunda para alguns presos que queriam foder um cu. Simplesmente passava por entre as cadeiras mostrando o rabo e perguntando se alguém queria foder. Muitos comiam Mucamo. Não os condeno. Sua bunda era redondinha, parecia com a de mulheres. Eu confesso que só não comi porque as meninas não me davam descanso. Diziam que minha porra era gostosa, como creme de morango com chantilly.

— O senhor foi encontrado amarrado, jogado dentro de um depósito de lixo. Como isso se deu?

— Sim, era o destino de todos ali dentro. Com o tempo passávamos a produzir menos leite. O que era normal na situação que vivíamos. Eu tentava me concentrar e subir o pau para gozar…Mas com o tempo e as frequentes mamadas fui diminuindo gradativamente o ritmo da minha produção de porra. No começo alimentava de 8 a 10 meninas diariamente…Algumas semanas depois o número caiu para 4…. depois para 3. Sabia que meu fim estava próximo. Não havia nada o que eu pudesse fazer…Se elas me dessem uma pausa, a produção poderia voltar ao normal. Mas não… Eram muitas meninas e não havia como elas esperarem. Eram sempre impacientes e grossas conosco quando não gozávamos. Chegavam a qualquer hora do dia e queriam leite. Às vezes na frente da minha cadeira se formava um fila de 3 a 4 meninas. Todas pálidas e desesperadas por porra. Tinha dias que aquilo ali parecia hospital público. Lotado e filas enormes. Dei meu melhor ali e alimentei muitas meninas com minha porra. Narceja mesmo, vinha uma vez por dia beber do meu leite. Gostava de me mamar pela manhã. Era a primeira mamada do dia. Dizia que vinha com mais força e intensidade. Gozei muito. Minhas bolas era secas o tempo todo.

— O senhor parece ter gostado de esta no cativeiro. Em momento algum não queria sair dali de dentro ?O senhor estava preso e sendo violentado diariamente! — o investigador parecia surpreso e indignado com o relato da vítima.

— Confesso que não. Lamento ter saído do cativeiro e daria tudo para voltar lá e alimentar as meninas novamente.

O Investigador deu de ombros e balançou a cabeça negativamente num sinal de repreensão. Pela janelinha da porta chamou um Policial , agradeceu o depoimento e pediu ao colega que chamasse a próxima vítima. Sozinho ali por alguns minutos, enquanto esperava o próximo entrevistado do dia, tentou disfarçar a ereção involuntária e pensou no que faria com Narceja, a líder do grupo , se a pegasse algum dia…

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