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Devaneios no sofá

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Devaneios no sofá

*AUTORA: BRUNA E.M.

Era terça-feira e eu estava lá, jogada no sofá depois de um banho entre a água do chuveiro e as lágrimas que insistiam em sair de meus olhos… Pensei nas vezes que tomamos banhos juntos depois daquele sexo selvagem que era só nosso. Você sempre dizia que não ia aguentar e que eu ainda iria acabar com você, então deve ser essa a explicação por você ter ido embora assim tão de repente.

Enfim, eu estava abandonada com meus próprios pensamentos, desejos e devaneios. Vestia aquela camisola que você dizia me deixar safada na medida e coloquei a calcinha que você adorava tirar com os dentes. Foi algo tão repentino que, quando percebi, já estava com o celular na mão e com sua conversa aberta – você estava online!

Revisei nossa última conversa, aquela de 3 meses atrás, em que você prometeu que viria conversar e explicar o motivo de ter ido embora e nunca cumpriu. Ao invés disso, veio o comunicado do seu namoro repentino com “umazinha”. E eu me perguntando o que fiz de errado… Não tive tempo de pensar e enviei a mensagem “tais na cidade?” sem cerimônias. Sua resposta foi tão imediata como se você já estivesse a esperando. “Sim, por que?” , você respondeu. Esperei míseros 5 segundos até responder com toda a coragem que gostaria de ter: “Quero você no meu apartamento em 15 minutos”.

Dez minutos depois você tocou a campainha. “Aconteceu algu…”, você tentou dizer. Não te dei tempo pra terminar. Uma volta na chave da porta para mantê-la trancada e me joguei nos seus braços. Você apenas correspondeu me beijando loucamente, como se a saudade estivesse ali beeeem palpável. Me pegou no colo e sabia exatamente aonde me levar. Chegamos ao quarto e arranquei sua camisa. Percebi que era aquela que eu comprei sem nenhum motivo específico, só porque jurava que você iria ficar ainda mais gostoso – e, realmente, meu Deus… como eu consegui resistir 3 meses sem ir atrás desse corpo? Como foi que eu resisti a essa pegada que só você tem? A esse beijo?

Nem eu sei! Só sei que você me apartou a bunda com vontade, me beijou com o mais precioso e insano desejo, parou e me encarou nos olhos, perguntando-me “o que é que deu em você?”. Com um simples gesto levei meu indicador a sua deliciosa boca mantendo você em silêncio: “Não fala nada! Só fale o que for necessário para me deixar ainda mais louca de tesão”. Mordendo meu dedo você disse “sua safada gostosa!”.

 Arrancou minha camisola e me jogou na cama, tirando sua calça beeem lentamente, enquanto me olhava com aquela cara de cachorro com fome – fome por um gozo que só eu era capaz de lhe proporcionar. Você mordendo os lábios foi descendo aquela cueca box branca que eu tanto amava e liberando aquilo que eu tanto ansiava. Nossa, tinha até esquecido de como você era 3G (grande, grosso e gostoso). Senti a cama afundando na proporção que você ia chegando mais perto do meu corpo: um beijo na minha panturrilha já fez com que eu soltasse um gemido abafado, outro beijo na coxa, outro na barriga, mais um pouco acima do peito, até chegar a minha boca.

Senti sua língua procurando a minha, numa tentativa de me fazer imaginar aonde ela iria chegar minutos depois dali, beijando meu pescoço fosse até meu ouvido… Sua respiração ofegante fez com que meu corpo inteiro arqueasse em uma súplica por mais contato da nossa pele. Você respondeu com aquela mão apertando minha bunda e indo em direção para dentro da minha calcinha, mordendo minha orelha de um jeito que só você sabe fazer, pronunciando quase num sussurro: “Meu Deus como você tá molhada! Eu vou chupar essa bucetinha bem gostoso até você gozar na minha boca”. E, com aquele dedo super ágil, supliquei em pensamento que você não demorasse mais para fazer isso.

Mas você gostava de me torturar, sempre gostou de me ouvir implorando quando estávamos na cama e eu adorava aquilo. De beijinhos delicados a chupadinhas você foi do meu pescoço até meu peito, lambendo, mordiscando e chupando aquele biquinho sensível – primeiro um, depois o outro, e continuou assim me torturando até eu agarrar teus cabelos e te puxar de encontro a tua boca. Eu precisava de um beijo molhado, pois estava com a boca seca. Senti dois dedos seus entrarem em mim, com calma e urgência ao mesmo tempo, me penetrando fundo até onde conseguias, para depois tirar e colocar de novo e de novo, deixando eles bem molhados, para fazer o que te deixava louco – colocá-los na minha boca para que eu os chupasse com vontade.

Eu adorava sentir meu próprio gosto quando minha buceta ficava molhadinha para você, e adorava também a cara que você sempre fazia ao repetir esse gesto sempre que transávamos. Um ritual nosso, seguido por aquele beijo em que no final eu sempre dizia “Estou pronta pra você”. Completei com um “Me chupa, por favor”. Senti minha calcinha ser tirada com os dentes, depois você veio beijando minhas pernas e minhas coxas, até finalmente chegar a onde eu queria. Como você era habilidoso com a boca: aquela língua sempre certeira, quando vinha acompanhada de dois dedos então, me levavam a loucura. Sem demorar muito senti meu corpo corresponder às sensações que me proporcionava, o orgasmo invadindo cada pedacinho meu. Num gemido e tremor do meu corpo todo me entreguei aquele sentimento de pura perdição, e gozei, gozei como você nunca havia me feito gozar.

Puxei seu cabelo novamente fazendo com que você viesse até a minha boca, para um beijo que deixava bem claro que o meu desejo e o meu tesão não tinham ido embora ainda. Com um movimento rápido, passei para cima. Uma mão firme puxando meu cabelo e a outra pegando na minha bunda. Era minha vez de te fazer implorar, ah eu adorava sua cara de quem dizia por favor. Dando beijinhos em seu pescoço fui até sua orelha e sussurrei “Agora é a minha vez de te chupar, coisa gostosa”. Fui surpreendida com tapa bem forte na minha bunda e um gemi de aprovação.

Parti para aquele pau grande, grosso e gostoso que estava duro como uma barra de ferro. Quando o peguei na mão, olhei com aquela cara de safada que você adora – e adora ainda mais quando eu levanto uma sobrancelha admirando seu pau, sem tirar um segundo se quer os olhos dos seus, eu passei devagarinho a língua na cabecinha e fui descendo por toda a extensão, assim como uma criança que lambe um sorvete que esta escorrendo entre as mãos. Naquele momento a única coisa que escorria um pouquinho era seu líquido pré-ejaculatório. Voltando a atenção à cabecinha, me deliciei chupando bem gostoso até ir colocando ele inteirinho na minha boca. Sei que você adora quando mantenho minha boca bem molhada pra te abocanhar, e foi isso que eu fiz.

Parei de te chupar e comecei a subir e descer com a minha mão enquanto minha língua procurava seu saco para lamber, ouvi um urro seu seguido de um “caralho, vem cá vem”… é claro que eu fui né, não desobedeço a suas ordens, ainda mais quando eu sei que tais implorando pra me comer, daquele jeitinho que eu adoro. Fui subindo beijando sua barriga, seu peito, seu pescoço até sentir sua mão puxando meu cabelo e me levando em direção a sua boca. Fui rebolando até o encaixe perfeito e sentir sua mão posicionando o seu pau na entrada da minha buceta, era uma urgência pra você estar dentro de mim assim como era pra eu ter você ali dentro.

“Ai que delícia”, eu disse descendo bem devagarinho até você me preencher por completo. Comecei a cavalgar e rebolar como se nada mais importasse. Dei uma leve mordidinha e puxei seu lábio no exato momento em que tirei devagarinho seu pau de dentro de mim, e disse “vem gostoso, me come de quatro” – essa era sua posição favorita e eu adorava ainda mais quando você pedia. Fiquei na posição rebolando enquanto você apenas me admirava com aquela cara que me dava mais tesão ainda, “vem gostoso, mete esse pau vai”. Senti dois tapas na minha bunda. A cabecinha do seu pau entrando e saindo, como alguém que molha só a pontinha do biscoito no café quente.

Era demais pra mim. Joguei minha bunda pra trás na tentativa de que seu pau entrasse logo, mas você segurou e apertou: “Calma gatinha, você quer pau né? era isso que você queria a noite inteira não era? Fala pra mim que você queria meu pau nesse sua bucetinha fogosa”. Choraminguei e implorei “sim, eu queria, eu QUEROOOO, me fode meu gostoso, por favor, me fode!”. Com uma só estocada ele me penetrou com força puxando meu cabelo na mesma intensidade. Era o que eu precisava pra entrar em erupção, num vai e vem frenético eu gozei mais uma vez e mais uma e mais uma, nunca senti um orgasmo tão forte e intenso como desta vez. Gritava e gemia sem me importar com o prédio inteiro, meu corpo todo estava em êxtase naquela sensação, senti seu pau pulsar enquanto ele metia mais rápido e mais forte.

Você ia gozar, mas eu não podia desperdiçar a chance: “goza na minha boca”. Você saiu de dentro de mim e veio até minha boca. Chupando rápido e forte, senti o primeiro jato do seu gozo seguido por mais três e não desperdicei nenhuma gota sequer. Sem tirar os olhos de mim, seu rosto era mais lindo e estava completamente satisfeito. Nos juntamos no banheiro pra um daqueles banhos juntos depois do nosso sexo selvagem.

Foi um banho silencioso, pois não havia nada a falar, mesmo tendo tudo o que dizer. Saímos do banho e deitamos de conchinha na cama. Acariciando meu cabelo, você me perguntou “o que acabamos de fazer?”. Respondi “não sei, não fala nada, fica aqui quietinho, só por hoje”!  E quando eu me dei conta, estava eu sentada no sofá, sozinha e abandonada com meus próprios pensamentos, desejos e devaneios, estava com o celular na mão e com sua conversa aberta, você estava online! Mas eu? Eu sem toda a coragem que eu gostaria de ter..

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Comentários
  • uaaal … mto bom

    14 de outubro de 2015
    • Hahaa, que bom que gostou! Obrigadaa *-*

      26 de outubro de 2015
  • Me resumiu por completo…

    12 de fevereiro de 2016

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