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Testei a vela beijável – virei Anastasia de 50 Tons de Cinza

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Testei a vela beijável – virei Anastasia de 50 Tons de Cinza

Christian Grey, o famoso personagem de Cinquenta Tons de Cinza, sabe das coisas. Um pouco de dor pode ser muito excitante – ou muita dor, no caso das masoquistas. Minha última descoberta foi uma vela incrível da Eudora, marca sensual do Boticário. O marketing da empresa me enviou alguns produtos para teste. Porque era uma noite gelada em São Paulo, escolhi começar por algo que me inspirasse a tirar o pijama de flanela e continuar quentinha.

Eu já conhecia – e demonstrava nos chás de lingerie do Pimentaria – as tais velas beijáveis. Elas não queimam, não viram aquela cera dura em contato com a pele. Pelo contrário. O fogo derrete o conteúdo e o transforma num óleo para massagem. O que me incomodava, na verdade, era o cheiro/gosto enjoativo de todas. O mercado erótico tem mania de exagerar na artificialidade da química. É xoxota com gosto de tutti frutti, pau mentolado… só falta inventarem um comprimido que o cara toma pra liberar um sêmen sabor Todinho (porque, néam, abafa o caso).

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A vela Spicy, da Eudora, tem fragrância nada enjoativa. Esquenta, mas não queima.

Apaguei as luzes do quarto, iluminados apenas pela vela. Nada é mais sexy que a penumbra. O não-explícito do contorno dos corpos nus. Especialmente quando você quer disfarçar estrias, pneuzinhos e aqueles pelos filhosdaputa que não estão grandes o suficiente para serem arrancados nem pequenos o bastante para serem invisíveis. Entreguei nas mãos dele e pedi que derramasse o líquido em mim. O design favorece a brincadeira. Em geral, as velas à venda por aí vêm numa embalagem de plástico. Esta fica acomodada numa espécie de copo de vidro com um biquinho – ótimo para mirar com precisão, se é que você me entende.

À conta-gotas, primeiro senti o óleo escorrer entre os dedos dos pés e arrepiei bonito. Ele riu da pequena tortura a que me submetia. O ardor foi absurdamente prazeroso. Logo estava pedindo que me lambuzasse inteira com aquele troço. Rolou um lance meio Sérgio Reis: “pinga ni mim, pinga ni mim”. Inclusive “lá”, sem dó! Foi uma bela massagem preliminar que ainda me deixou macia after-sex. Fiquei cheirando à fragrância – uma combinação de cravo, pimenta preta e baunilha. Queria que o ~meu pavio~ não fosse tão curto: teria desfrutado da vela até que a chama apagasse.

*Este post NÃO foi pago pela marca. O que é uma pena: a ração de Yaki&Soba está acabando. hahaha

*LEIA MAIS: 

– Um gel para vibrar a dois

– Turbinaram o dedo de moça

– Engoli essa: bebida afrodisíaca

– O ovo que afasta as galinhas

– “Quero comprar meu primeiro vibrador – me ajuda?”

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Comentários
  • Adoreiii esse post!!! 😉

    18 de julho de 2014
  • Confesso minha ignorância sobre o item. O nome não ébo mais adequado. Mas, pela descrição, a brincadeira parece ser boa. O nome “vela-beijavel” me remete a convento – se é que você me entende.
    Mas é bom saber que O Boticario (Ka-tchin) caprichou no aroma. Tambem me implicam os aromas e sabores que a turma do marketing dos.brinquedos eroticos cisma. Ja falei sobre isso no meu esquecido blog. Mas e o gosto?

    Essa questao de gosto é muito pertinente. Se voce sojber que inventaram essa tal pilula da porra sabor toddynho, me avise. E tente um lobby pra que ao inves de Toddynho façam de.Nesquick de Morango. Porque, se com gosto de água sanitaria a mulherada ja cai de boca, com gosto de toddynho elas vão sugar até fazer aquele barulho de canudo no copo vazio.

    []s
    OCarioca

    19 de julho de 2014

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