HomeHot - Contos EróticosO cheiro dele no travesseiro

O cheiro dele no travesseiro

contotravesseiro

O cheiro dele no travesseiro

***AUTORA: Jen Albuquerque

Eu já estou cansada de ficar aqui deitada.

A cama é acolhedora, é claro. A temperatura do meu corpo debaixo das cobertas está perfeita, mas estou cansada de ficar aqui deitada. Parece que vou ficar doente. Uma doença que se chama tédio e neste exato momento tento afastar minha doença e trazer um pouco de ânimo para minha mente.

Pego o travesseiro ao lado para eu apoiar a cabeça e percebo um sorriso safado sendo expressado por mim. Isso porque o travesseiro tem um cheiro, um cheiro bom de um cara que dorme aqui do meu lado de vez em quando… toda vez que penso nisso, nele dormindo aqui de vez em quando, lembro de como o conheci e da primeira vez que transamos.

Minha cama é grande. Quando estou sozinha, dependendo da noite e da temperatura, parece que estou dormindo em um vasto deserto. Sentindo um vento frio, o rosto ficando gelado e tudo que mais desejo é um pouco mais de calor, um pouco mais de presença. Aquele tipo de presença que só um corpo humano pode proporcionar, aquele tipo de presença que se dá valor quando tem e eu tenho quando aquele cara dorme aqui do meu lado de vez em quando.

Eu não costumo ficar tanto tempo sem transar, aliás é uma prática, que para uma mulher como eu, não é difícil conseguir. Às vezes fico imaginando se é fácil para todo tipo de mulher, se essa facilidade depende mesmo do quanto uma mulher gosta, quer e busca ou se depende mais do quanto um homem gosta, quer e busca. Às vezes imagino que sou eu que tenho esse interesse exalando em mim mesmo quando não estou interessada. O fato é que por algum motivo misterioso eu andava desencorajada, desanimada, desinteressada, já havia se passado uns meses e eu não transava e nem estava sequer pensando na possibilidade. Uma coisa eu tenho que admitir: a presença humana na cama me fazia falta, um pouco.

Volto a lembrar da primeira vez que eu e aquele cara transamos. Acho que eu só queria exercitar minhas práticas de flerte, sem grandes pretensões. Eu até tinha um certo interesse por ele, na verdade, ele parecia ser interessante, mas penso que eu não estava com tanta vontade de me esforçar para cativar alguém. Olhando rapidamente, logo é possível perceber que ele é um homem desejado. Ele tem uma presença, um corpo presente, ele é notável, bonito…. Uau, ele é mesmo bonito. Branco, mas perceptivelmente bronzeado, porém é um bronzeado em uma medida equilibrada, é magro e também forte. Bem, deixe-me pensar melhor sobre isso: eu não gosto muito de homens muito grandes, nem para cima, nem para os lados, nem exageradamente musculosos e num primeiro momento, ele parecia ser na medida certa. Bem comunicativo e fala olhando nos olhos, sem contar que a voz dele é deliciosamente boa de escutar, é grossa, mas ao mesmo tempo leve. Os olhos são bem brilhantes e quando sorri, covinhas discretas aparecem nas bochechas. Tudo isso eu notei, mas ainda assim só queria flertar um pouco, mostrar que ele era interessante usando somente o olhar, me movimentar com gestos bem sutis que o deixasse em dúvida se eu realmente poderia querer algo a mais com ele. Ele, por outro lado, parecia empenhado, inventava desculpas para aparecer na minha pequena e silenciosa kitnet. Então, como eu só queria flertar e andava num momento desencorajado por sexo, fiquei observando por algum tempo toda a situação em que me encontrava com aquele cara. Essa observação não durou muito tempo, confesso.

Depois de pouco mais de uma semana em que eu o havia conhecido e considerando que havíamos nos visto praticamente todos os dias, ele apareceu em casa bem tarde da noite num domingo simplesmente para me dar “oi”. Sentamos no sofá, ele estava todo arrumado, com camisa branca, estava bem cheiroso e eu juro que não me lembro de uma palavra sequer das quais falamos, somente disso: “senta mais perto” que foi dito por ele e eu fui mais para perto sem nem pensar. Nessa hora eu pude perceber o quanto eu era menor que ele, eu me senti como uma bonequinha magra e delicada e é divertido pensar nessa minha sensação agora. Muito rapidamente eu senti a mão dele no lado direito do meu pescoço e assim ele me beijou um beijo bem direto, havia uma mescla de suavidade e decisão, nesses segundos de decisão eu podia sentir as mãos dele tocar minha perna e cintura com mais peso. Não tirava os lábios dos meus. O meu sorriso safado está de volta agora e isso porque aquela sensação de ser uma bonequinha magra e delicada sendo tocada por aquelas mãos cheias de desejo por aquele homem lindo, gostoso, interessante me excitava. Não me lembro de ter vivido uma situação assim antes. Eu estava excitada por despertar aquele desejo nele, mesmo me sentindo do jeito que me sentia. Será que ele também tinha a mesma percepção que eu? Eu devolvi os toques mais pesados, os beijos cheios de vontade e por causa disso os nossos corpos queriam ficar cada vez mais perto, a respiração mudou de ritmo, ficou mais profunda, os lábios queriam provar outros lugares, foram para o pescoço num primeiro momento e depois viria a necessidade de todo o resto.

Ele me puxou para mais perto, me segurando com as duas mãos. Não havia mais o que fazer para ficar mais perto, então, eu sentei no colo dele. Minha bunda em cima de uma das coxas, minhas pernas juntinhas entre as pernas dele. Sim, eu sentei desse modo comportadinho como uma mocinha doce e também safadinha. Agora sim, parecia mais ainda uma menina, sentada no colo dele que deveria ser uns dez anos mais velho do que eu. Até hoje eu suponho a sua idade. Enquanto eu estava ali naquela posição, nossos beijos estavam cada vez mais molhados e cheios de tesão, nossas mãos matando a curiosidade de sentir o corpo um do outro. Uma das mãos dele abaixou a alça esquerda da minha blusa e eu senti uma lambida quente no meu seio esquerdo, em seguida uma chupada leve e depois mais beijos pelo ombro, pescoço, lábios. Nessa hora, não resisti ao impulso e me virei de frente. Abri as pernas e fiquei de joelhos de frente para ele. Senti o pau duro entre as minhas pernas e que sensação boa… Nós nos olhamos e sorrimos um para o outro, eu dei beijos e pequenas mordidinhas no lábio inferior, queixo, abaixo do queixo, pescoço, depois uma lambida lenta na orelha, então voltei para o ombro. Decidi levantar a camisa dele e continuei experimentando com minha boca outras partes daquele corpo. Escutei ele dizer que estava uma delícia e eu pensei que para mim, aquilo que eu fazia, também estava uma delícia. Eu provei e comprovei que o corpo dele era mesmo na medida certa, o peito e o abdômen eram definidos, tudo certinho e forte. Enquanto eu o beijava e lambia por aí, minhas mãos passeavam pelos braços que também eram fortes sem exageros. Era mesmo uma delícia.

Fiz uma pausa de uns dois segundos, respirei, olhei para baixo e comecei a abrir os botões da calça jeans que ele usava. Ele ficou me olhando com um sorriso no canto da boca. Coloquei minha mão direita por dentro da cueca e senti o pau quente e latejando, abaixei a roupa para baixo e assim sem pensar, eu comecei a chupar. Primeiro eu coloquei ele inteiro dentro da minha boca, lentamente, depois uma lambida forte do lado de fora e então, chupadas intensas e com ritmo. Ele soltou um gemido contido. Senti meus cabelos entre os dedos dele e como segurava minha cabeça devagar enquanto eu o chupava sem parar. Em alguns momentos ele puxava meus cabelos com força e eu chupava mais ainda. Lambia um pouco, colocava o pau inteiro até a garganta e em seguida chupadas intensas e fortes. Ele estava com meus cabelos ainda entre os dedos e a respiração dele era extremamente ofegante.

Ele pediu para eu parar. Eu parei, olhei para ele. Me puxou para perto do peito dele, me beijou por uns segundos, segurou por debaixo das minhas coxas, se levantou do sofá comigo no colo e foram poucos os passos dele até a minha cama. Me sentou na cama e pediu para que eu o olhasse. Ele mesmo tirou a roupa dele, depois me deu um beijo no pescoço, levantou minha blusa, beijou minha barriga, tirou minha blusa e meu soutien. Me deitou na cama, lambeu meus seios brancos, meus mamilos ficaram mais rígidos e eu mais excitada. Eu estava naquele estado em que não conseguia mais esperar para sentir o pau dele dentro de mim. Ele abriu minhas pernas, deitou em cima de mim, colocou a mão por trás da minha cabeça, segurou meus cabelos com força. A outra mão apertava meu corpo com força também, meu seio, minha cintura, minha coxa. Os lábios dele corriam pelo meu rosto e ia descendo. Ele tirou minha calça e minha calcinha. Colocou uns dois dedos dentro de mim e eu estava molhada, muito molhada. Com todas as minhas forças eu não queria os dedos dele ali, eu queria o pau grosso e duro dentro da minha buceta.

Eu disse: “eu quero você aí” e sorri um riso pervertido. Ele sorriu de volta.

Me virou de costas. Minha cama era espaçosa e alta. Eu fiquei com o quadril de frente para ele e meu corpo estava bem encostado na cama. Da minha cintura para cima meu corpo se deitou de bruços pelo edredom fofo e bem macio. Ele puxou meus cabelos fazendo com que minha cabeça ficasse de lado e foi quando eu senti que ele entrava em mim. Eu senti um alívio por aquilo estar acontecendo, eu gemi baixinho. Ele colocou tudo com força e eu pensei que ele poderia estar lendo meus pensamentos, porque eu gosto assim… inteiro e com força.

Ele me dizia coisas excitantes como “eu sinto um tesão inexplicável por você”, “você é deliciosa de todos os lados”, etc. Eu sabia que ele estava achando tudo aquilo maravilhoso pelo modo como ele segurava meu corpo, pelo modo como ele me puxava para ele. Ele se deitou um pouco nas minhas costas e eu senti como ele estava quente e suado e aquele cheiro de foda invadiu o quarto. Me deixou mais excitada. Eu e ele estávamos aproveitando cada segundo, eu sentia que já não poderia resistir tanto mais. Com a minha mão esquerda eu segurei no pulso dele que segurava meu quadril e foi possível perceber o quanto o braço dele fazia força. Ele disse que estava quase gozando e eu também estava, mas não tinha forças nem para pronunciar uma só palavra. Então, ele fez um último esforço e eu gozei deliciosamente. Foi como se uma descarga elétrica saísse do meu cérebro e se espalhasse por todo meu corpo. Poucos segundo depois, ele gozou também.

Ficamos ali retomando um pouco do fôlego, em seguida ele tirou o seu pau de dentro de mim e eu pude perceber que ele havia gozado litros, pois eu senti uma quantidade enorme de porra quente escorrendo pelas minhas pernas.

Eu não me canso de lembrar desta noite e hoje em especial, este travesseiro que ainda guarda o cheiro dele me ajudou a levar minha lembrança para longe…

Mas, espera um pouco! Eu não estou tão longe assim. Minha kitnet está vazia, silenciosa, minha cama continua aqui, ainda é cedo, basta chama-lo.

Onde foi que deixei meu celular?

Compartilhar:
Comentários
  • Fraquinho,fraquinho, minhas colegas do ginásio escrevem melhor.

    21 de outubro de 2015
  • Rsssssssssssssss,bem infantil.

    21 de outubro de 2015
  • Fiquei esperando a aparicao da camisinha…

    25 de outubro de 2015
  • Chato!

    23 de novembro de 2015

Deixe um comentário