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No Whatsapp: “Quero você de vestido. Sem calcinha”.

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No Whatsapp: “Quero você de vestido. Sem calcinha”.

*AUTOR: Eduardo Cabral, pseudo escritor que relata pensamentos e experiências para que o compartilhamento virtual vá além da leitura e permita outras sensações, sejam estas meladas ou se resumam em breves arrepios entre uma aba e outra.

 

A noite começou esquisita. Depois de um dia intenso de trabalho, cheguei em casa cansado, dominado pelo estresse que me consumiu o dia inteiro. Assim que entrei em casa, depois de alguns km’s no trânsito de São Paulo, lembrei dela – pequena, branquinha, sempre disposta a me perturbar o melhor dos prazeres com sua boca, sua mão, seu corpo inteiro; sempre entregue, sempre até a última gota, próximo da exaustão para me fazer dormir, me apagar, me consumir e, por fim, nos desligar.

Com estas lembranças em mente, enviei uma mensagem por whatsapp, queria saber onde ela estava. Fui sem rodeios, ela sabia que eu adorava encontrá-la para não falar nada. Me respondeu que estava no trânsito, mas já ao lado de casa, me questionou se estava tudo bem. Respondi que sim, mas que tinha uma proposta, e que seria direto no que queria com ela. Enquanto ainda via o celular me notificar de que ela estava digitando a resposta, enviei meu pedido: “quero você, de vestido, sem calcinha, me esperando; hoje você vai ser minha e eu vou fazer exatamente o que eu quiser”. A notificação de que alguém teclava ali desapareceu.

Uma resposta surgiu na minha tela em seguida: “vem logo”. Me levantei do sofá, descalço, mas ainda com a roupa do trabalho, e corri para o chuveiro. Enquanto tomava banho, escutava meu celular encher de notificações – era ela, ansiosa, explicando que havia perdido a entrada para casa, que havia ficado nervosa com a mensagem, que estava melada e desconcentrada. Me arrumo. Ela pergunta qual vestido deve colocar. Numa espécie de grosseria, deixo claro que a quero sem calcinha, não me importando muito com os dois modelos que ela fez questão de me relembrar.

No caminho para casa dela, sinto meu pau pulsar deliciosamente dentro do jeans. Enquanto dirijo, pressiono levemente a rola e, devagarinho, sinto minha boxer começando a ficar melada. A cabeça do meu pau pulsa a cada absurdo que imagino fazer com ela. Entre um farol e outro, pego meu celular e digito que quero mais. Ela prontamente me responde: “o que!?”. Depois me avisa: “estou muito molhada, vem aqui agora”. Me concentro e digo que quero ela de joelho, na sala, me chupando. Quero observar o rosto dela sumir debaixo do meu pau. Pulsar e melar sua testa, seu rosto, sua boca… enquanto ela passeia e mama, devagarinho, meu saco. A forma como ela segura meu pau, como me punheta espaçando minhas pernas para me chupar inteiro é sempre surreal.

“Não vou conseguir, quero gozar”, ela me envia. Respondo mandando ela parar: “Tira a mão, estou próximo, a duas ruas do seu apartamento”. Ela insiste dizendo que não consegue e suplica para gozar. Num tom ríspido, mais longe de estar sequer bravo com aquela deliciosa situação, mando ela parar, ou então, não teria sentido eu subir para comê-la com gosto. Digo que vou embora e ela muda o tom. Toco a campainha, o porteiro me libera e, ao entrar no elevador, sinto meu pau pulsar cada vez mais forte e melar. Sinto o cheiro dele, inchado, pressionando o jeans. Ficaria evidente se a máquina parasse no intervalo entre o térreo e o andar dela – o meu cheiro, a minha cara, a minha sede; eu estava faminto pra senti-la.

A porta está entreaberta, ela me olha e sorri. Entro na sala e, antes que a porta se feche, pergunto se ela fez tudo que eu mandei. Ouço que sim. Solto minha mochila no chão sentindo o cheiro dela – melado, quente, delicioso… Encosto-a na parede e beijo a boca dela, apertando a nuca. Pressiono-a contra a parede, deixo que sinta meu pau forçado contra seu corpo. Ela geme. Geme com a boca ocupada e continua a me beijar. Tentando alcançar meu pau, ela desliza a mão até minha calça. Engolindo a boca dela com gosto, puxo sua mão de lá e coloco na parede. Eu estou no controle. Sinto ela se contorcendo. Deslizo minha mão pelo seu corpo, sinto suas curvas e seus arrepios. Seguro-a pela bunda, aperto com força e a trago para cima. Ela para de me beijar e coloca a boca no meu ouvido, sem parar de gemer.

Levanto seu vestido e, com as duas mãos na bunda dela, começo a sentir sua bocetinha deliciosamente molhada. Ela se inclina mostrando que me quer ali. Começo a dedá-la devagarinho. Ela se entrega, morde meu ombro, me aperta. Toco com gosto. Minha mão vai ficando extremamente ensopada, enquanto meu pau baba e minha vontade é de invadi-la de uma só vez. Inteiro. Estocando minha rola que implora pela sensação. Coloco meu dedo na boca dela, que, de olhos fechados, suga gemendo o próprio sabor. Desço a mão babada pelo seio dela, procuro o fim do vestido para colocar minha mão por dentro… ela está completamente ensopada, posso sentir sua coxa melada.

Tiro minha mão de trás da bocetinha dela e aperto com força aquela bunda que rebola e faz aquela delícia melada se encaixar na minha mão da frente, que a procura. Toco fundo, ela geme alto, rebola, força, me manda não parar. Digo que cale a boca. Quero ela goze na minha mão. Ela geme abafado, suada, as pernas tremendo e o rebolado não está mais como antes. Firme, toco até o final dentro daquela boceta e a bunda, que implora, recebe devagarinho meu dedo em seu cuzinho delicioso. Sinto-a desmoronar no meu ombro, exausta, ainda penetrada por ambas as mãos. Ela fica sem equilíbrio, reclama da perna que treme, passa a boca no meu pescoço e diz que aquilo foi delicioso, que precisa me ter na boca dela, que quer me chupar, que me quer inteiro.

 

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Comentários
  • Sensacional!! Ele tem futuro!!! kkkkkkkk

    15 de julho de 2014
  • Muito bom o conto!! Excitante e envolvente.
    Tem continuação? rsrs
    😉

    15 de julho de 2014
    • Verdade! Continua, continua!!! 😉

      10 de dezembro de 2014
    • Quero saber a continuação

      25 de abril de 2016
  • sou homen

    15 de julho de 2014
  • carai da hora mam lkkkkkkkk

    15 de julho de 2014
  • Sensacional!!!!

    15 de julho de 2014
  • Que por falar em molhar a mão, me lembrei de uma garota que tive. Só que essa, na hora do gozo me mijou na mão !

    15 de julho de 2014
  • Gentennnn do céu, deu até “invejinha” da garota! 😉

    15 de julho de 2014
  • Iniciativa é tudo!

    15 de julho de 2014
  • Amei!!!!!!

    21 de julho de 2014
  • Deu uma vontadezinha…. hummmmm

    9 de setembro de 2014
  • Provoca muitas sensações! Muito bom o texto e deixou um quero mais, no final!

    9 de dezembro de 2014
  • Perfeito…continuação por favor?

    9 de dezembro de 2014
  • e assim nasce o novo bukowski

    10 de dezembro de 2014
  • Muito bom , extremamente excitante mas cadê a continuação ? Deixou com desejo de quero mais …

    10 de dezembro de 2014
  • Muito bom o texto. Viciante! Quero mais!

    12 de dezembro de 2014
  • Delícia de texto! Adorei, espero a continuação.

    16 de dezembro de 2014
  • Uau! Gostei muito, principalmente do jeito que terminou, aliás, que não terminou! rs. Castigou todo mundo, adoro!!! kkk. Texto muito bom, bem descrito, forma imagens de cada passo na mente da gente, parecia estar assistindo a um filme. Ansiosa pelo próximo.

    16 de dezembro de 2014
  • Uaaau!! Bom demais!!! Me remeteu uma foda das boas há um tempo!!

    16 de dezembro de 2014
  • Excitante e envolvente… muito bom!
    Esse término repentino deixou todo mundo na mão rs
    Aguardando ansiosamente pela continuação… 66)

    17 de dezembro de 2014
  • Ótimo como sempre , quero continuação …

    19 de dezembro de 2014
  • Bem desenvolvido seu texto!

    8 de janeiro de 2015
  • Tem futuro mesmo rs

    13 de fevereiro de 2015
  • Excitante.
    Literalmente com inveja dela…
    Esperando a continuação. ..

    25 de fevereiro de 2015
  • top

    1 de setembro de 2015
  • Muito bom!!!! Cade o resto?

    6 de setembro de 2015
  • Texto excelente, verdadeiro conseguiu passar tanta verdade que por diversas vezes durante a leitura,suspirei desejando está no lugar dela.

    6 de setembro de 2015
  • Uma bosta

    12 de janeiro de 2016

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