Eu trocava mensagens com um ex-colega de trabalho com quem há tempos não tinha contato e me procurou curioso com

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Não fomos bem adestrados, eu e meu marido. Pertencemos à classe de humanos que não apenas permite a presença de bichos de estimação na cama como acorda no meio da noite espremida por eles – barriga pra cima e patas arreganhadas diante de nossos focinhos subjugados. Vira-latas, nossa cachorra e nossa gata dormem com pedigree.

“E por acaso você conhece alguém com aids?”, me provocou um amigo em tom de sarcasmo. Hétero, 37 anos, solteiro, ensino superior, heavy user desses aplicativos de encontro. Depois de me contar animado “como tá fácil arrumar sexo”, perguntei se encapava sempre o dito cujo. Não, não usava camisinha sempre: “porque é melhor sem” ou

Ganhei a primeira cartelinha de anticoncepcional por volta dos 12 anos. Pouco depois de estrear um absorvente. Muito antes de perder a virgindade. Diante do diagnóstico de Síndrome do Ovário Policístico, a médica prescreveu a pílula como tratamento. Prestes a entrar na adolescência, eu não estava disposta a lidar com sintomas do tipo ganho de

Pôr do sol em Bali, Indonésia. "Que tal meditar com um abacaxi pendurado entre as pernas?" Tirem as crianças da sala: imagens fortes a seguir. [caption id="attachment_4891" align="aligncenter" width="1024"] (Reprodução / Instagram @kimanami)[/caption] Esta é Kim Anami agindo com naturalidade na Calçada da Fama, em Los Angeles, enquanto sustenta uma réplica do Oscar usando apenas sua ~força interior~.

Um cara moreno de barba rala sussurra em espanhol: “Olá, hoje eu vou comer uma laranja”. Ele se aproxima da câmera, apenas sua boca e metade da fruta ficam enquadradas. Passa a língua nos lábios antes de iniciar uma suculenta sequência de lambidas e sugadas. O microfone de alta qualidade capta e amplifica todos os sons

“Nunca fui de me masturbar, ir atrás de pornografia. Meu namorado adora e, um tempo atrás, pediu pra gente assistir juntos. Nas primeiras vezes, não fiquei nem um pouco excitada. Topava pra agradá-lo. Até que vi um vídeo de duas mulheres se pegando, fazendo sexo oral, e descobri que tenho muito tesão em pornô lésbico.

“Quem dera ser um peixe para em seu límpido aquário mergulhar, fazer borbulhas de amor pra te encantar”, cantou Fagner. Mar, rio, cachoeira, piscina, chuveiro e banheira te dão tesão? Se você tem fetiche por sexo dentro ou debaixo d’água, precisa saber que

TV PIMENTA
NATHALIA ZIEMKIEWICZ
Jornalista de comportamento, trabalhou em Época e Istoé. Pós-graduada em educação sexual, já palestrou para 2.500 pessoas. É colunista do Yahoo e do Bayer Jovens, além de embaixadora dos lubrificantes K-MED. Aposta que informação pode ser mais transmissível que muita doença. Gozadinha, derruba tabus escrevendo sobre sexo com leveza e bom-humor.
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