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Admirável garota nova

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Admirável garota nova

*AUTOR: Wagner De La Cruz

ELA CHEGOU ao quarto eram 20:30 pontualmente, conforme haviam combinado, e ele a recebeu com uma taça de champagne. Era o último serviço antes do dia encerrar.

Ele aparentava  ser um homem de negócios, talvez um político, ou mesmo um religioso ortodoxo, Suzana já havia conhecido dezenas, talvez centenas, de caras de seu tipo, e sabia como tratá-los. Alguns até chegaram a se apaixonar pela bela morena com tez bronzeada e de olhos verdes, ofereceram-lhe tudo o que ela quisesse, mas Suzy sempre recusara. Ao longo dos últimos 8 anos, desde entrara para a vida fácil, deixara de crer em love story.

Ela aproximou-se dele e beijou-lhe os lábios sensualmente, enquanto lhe retirava a gravata. Ele retribuia ao beijo timidamente. “É”, pensou Suzy, “definitivamente, é um religioso”. A mulher então pôs-se a abrir os botões de sua camiseta enquanto beijava o pescoço do ‘homem do Senhor’, e após abri-la completamente deitou-o na cama.

Ela vestia uma camiseta de um cantor que ela não conhecia (alguma coisa Agnew), mas que junto à bermudinha jeans lhe dava um ar de dominadora, o preferido de caras como aquele. Suzy deslizou sobre ele, beijou-lhe o peito liso, desceu lentamente para a barriga e habilmente tirou-lhe as calças. A cueca estilo antigo na cor branca não a surpreendeu, nem a abundância de pêlos púbicos. Desde o início, quando pôs os olhos em seu cliente, sabia se tratar de um cara conservador.

Suzy ajoelhou-se na beira da cama, ficando entre as coxas dele, e tirou-lhe a cueca. Ao tocar-lhe o pênis com a mão logo sentiu que o homem estremecera. “Vai ser rápido, pelo menos”, pensou. Pegou uma camisinha sabor morango, pôs sobre a cabeça do pênis dele e lentamente desenrolou-a para baixo usando a boca. Ele não era do tipo avantajado, e Suzy conseguiu colocar o falo inteiramente em sua boca sem engasgar. Continuou subindo e descendo a boca com maestria, olhando o religioso gemer, sentindo seu pênis pulsando em sua língua enquanto ele lhe acariciava a cabeça.

Sentindo que deixara-o excitadíssimo, ela levantou-se e tirou a camiseta, quando ele começou a se masturbar. Suzy fazia o jogo de seu cliente, e lentamente tirara sua bermuda, ficando apenas de calcinha estilo fio-dental. Subira sobre ele, esfregando virilha com virilha, enquanto homem brincava com seus pequenos seios. O contato da língua em seus mamilos realmente chegou a deixá-la mais excitada, e além de esfregar-se, agora rebolava sobre o sexo dele, gemendo um mais alto, mais verdadeiro, ainda que a maioria daquilo tudo fosse teatral.

Sentindo o pênis duro como ferro, Suzy apenas afastou a calcinha na entrada de sua fenda, e encaixou-o lentamente nela, sob gemidos altos (e verdadeiros!) de seu parceiro. Firmando as mãos no peito dele, ela começou a cavalgar para cima e para baixo, ritmadamente, do jeito que sabia que ele ia gostar. A cada estocada ela sentia que o homem delirava de excitação, tanto pela sua vagina apertada (um velho truque de profissão) quanto pelos movimentos que ela caprichava ao fazer. O som dos corpos em fricção também era excitante, bem como os sussurros dela, elogiando o membro dele.

Ela então deitou-se sobre ele, roçando os seios no peito do homem, e ali foi o clímax: com as mãos nas nádegas de Suzy, o cliente apertou-a enquanto verdadeiramente berrava, ejaculando dentro dela. A mulher também gemeu quando o parceiro gozou, ainda que não tivesse atingido o prazer, mas, de certa forma, sentia-se bem cumprindo seu papel, o de ‘provedora de gozo’, como se auto denominava.

Ficaram ali mais algum tempo. Ele ainda relaxando, ela o acompanhando, já planejando como seria o fim de noite, uma vez que chegaria em casa lá pelas 22 horas.

150 reais, este foi o preço que Suzana cobrou para ter passado cerca de quarenta minutos com o cliente. Como imaginara, o homem era pastor, casado e estava na cidade para um evento de sua igreja. Suzy até simpatizou com ele, nem todos os clientes eram ‘normais’, alguns gostavam de bizarrices que Suzana jamais pensaria que excitasse alguém, mas que seria caso de internação psiquiátrica ou cadeia! Mas, felizmente, o dia acabava bem para a garota de vida fácil.
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22:15. Esta foi a hora que Suzy chegou em casa. Na verdade, um apartamento num bairro de classe média alta na sua cidade. Estava imaculadamente limpo, e sua diarista, uma menina de 15 anos e vizinha de prédio, a aguardava vendo TV.
Suzy pagou a garota e combinou um novo serviço para um outro dia.

Ela dirigiu-se até um pequeno quarto ao lado do seu, e em uma cama infantil um garoto de 9 anos ressonava, dormindo placidamente. Suzy entrou em silêncio, acariciou os cabelos do menino e beijou-lhe a testa.

“Boa noite, meu amor”, disse Suzana, quando o garoto abriu os olhinhos e, ainda com o olhar nublado de sono e com um leve sorriso, respondeu: “Boa noite, vovó. Te amo.”

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Comentários
  • Gostei muito, deve vários elementos excitantes e ao mesmo tempo foi real sem uso de dramas.

    28 de setembro de 2015
  • como faço pra publicar um conto ?

    6 de março de 2016

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