Conto_Soldado

A Capitã

Autor: Ludwig*
Cenário: O Gabinete da capitã, tarde da noite

(A Capitã tem os cabelos puxados para trás, e usa um uniforme curto que mostra suas pernas. Está encostada no birô, à espera do Soldado, com cara de poucos amigos. O soldado entra no gabinete. Durante um segundo olha as pernas da Capitã, mas disfarça e faz postura de sentido. Usa uma bermuda de camuflagem. Fica numa postura avançando o quadril, de forma tornar mais proeminente o falo).

S – Minha Capitã mandou me chamar?

C – Sim, soldado. Mandei chamar por que estou muito insatisfeita com você.

S – A Capitã acha que não tenho seguido bem suas aulas de educação física?

C – (rodeando o soldado e olhando bem de perto o corpo dele) Não, Soldado, você tem seguido muito bem minhas aulas. Você tem desenvolvido muito os músculos das suas coxas e dos braços, que são viris e másculos. O problema é outro.

S – Farei tudo para saciar todos os desejos da minha Capitã.

C – O problema, Soldado, são aquelas jovens que esperam os soldados para sair com eles nas folgas à noite.

S – Aquelas jovens…

C – São quenguinhas, Soldado. São putinhas. Não valem nada. Não são dignas de um Soldado das suas… grandes qualidades. (e a Capitã contempla o falo do soldado).

S – Minha capitã acha que minhas qualidades são grandes?

C – Enormes, Soldado. Tive oportunidade de lhe fazer a aula de ginástica e pude ver que sua firmeza– era a maior de todos.

S – Os seus desejos são uma ordem, minha Capitã.

C – Primeiro, vou lhe mostrar como é errado o que você fez. Tire a camisa.

(Ele a tira).

C – Agora baixe as calças até os tornozelos. Rápido, é sua Capitã que está mandando!

(O Soldado fica em pé, o falo duro, diante da Capitã).

C – Olhe só que coisa absurda. Gastar uma magnífica peça dessas com uma dessas safadinhas de bairro… Confesse, Soldado, o que você queria fazer com aquelas quenguinhas? E rápido, é sua única chance!

S – Confesso, minha Capitã. Eu queria enfiar isso que a Capitã está vendo entre as perninhas das garotas.

C – E o que mais, Soldado? Rápido!

S – Também queria chupar os peitinhos delas.

C – Muito bem, decidiu dizer a verdade.

S – Peço à minha Capitã que não me castigue. Realizarei os seus mais profundos desejos.

C – Estou muito decepcionada com você, Soldado. Achava que você dava mais valor às suas grandes qualidades, para não gastá-las com uma tchutchuquinha qualquer. Confesse, Soldado: você queria isso, não era?

(E a Capitã puxa o vestido e a tanga e  mostra a boceta).

S – Sim, minha Capitã, confesso que era isso o que eu queria.

C – E também isso? (e ela mostra os seios) e isso? (e levanta o vestido mostrando a tanga de fio dental enfiada na bunda, e esfrega a bunda quase na cara dele).

S – Sim, minha Capitã. E continuo querendo.

C – Como assim, Soldado? Explique!

S – Continuo querendo seios, bunda e buraco. Só que agora quero os da minha Capitã.

C – Todos iguais. Deite nesse tapete, rápido! É sua Capitã que manda!

(Ele se deita. Ela tira a tanga e se posiciona com o quadril bem sobre o rosto dele).

C – É isso o que você quer, Soldado?

S – Sim, minha Capitã. Eu quero muito.

C – Então toma.

(E ela senta com tudo a boceta no rosto dele. (Ele faz tudo o que um homem faria nessa hora).

C – Está com medo de sufocar, não é, Soldado? Que sirva de castigo para você não procurar mais putinhas.

S – Peço permissão, minha Capitã.

C – Para que, Soldado? Rápido!

S – Peço permissão para beijar os seios da minha capitã. Prometo chupá-los  com força, como é o estilo do seu Soldado, mas logo abaixo do ponto de machucar.

(Ela oferece os seios).

C – Todos iguais. Chupa. Sou eu que mando.

(Ele chupa os seios dela).

S – Peço outra permissão, minha Capitã.

C – Cuidado com o que vai pedir, Soldado!

S – Peço para minha Capitã se deitar e abrir as pernas. Então enfiarei isso que a Capitã contempla dentro da Capitã.

C – E promete colocar só uma parte, e fazer com delicadeza, Soldado?

S – Não, minha capitã. Pretendo enfiar a totalidade do instrumento, e de uma vez só. Depois vou retirá-lo quase inteiro, e metê-lo mais ainda. E assim de novo e de novo. Não me proponho a ouvir os gritos por piedade e que é grosso demais, vindos da minha capitã.

(Ela pensa um pouco).

C – É uma proposta dura, Soldado. Dura demais. Mas quando quis ser militar, sabia que haveria momentos de alguma dor. Aprovada.

(Eles fazem o óbvio).

S – Permissão para gozar nos seios da Capitã.

C – Esporra, vai.

(Depois).

C – E lembre-se, Soldado, não quero mais ver você com putinha nenhuma.

S – Sim, minha Capitã.

C – E quando eu chamá-lo, a qualquer hora, você virá, entendido?

S – Tudo pelos desejos da Capitã.

C – Pode ir.

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